Moinho

Então, tenho que te de-volver as ruas de pedra caminhadas, as sombras no leito do rio à noite,

os inúmeros copos inebriantes, o ruído de ferro no meio da tarde e as manhãs como lençóis brancos.

Para te ver-volver tenho que te entregar as dobras dos sinos e seus pés descalços que roçam meu tornozelo.

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